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  • Riscos e tendências globais para o investidor ter no radar

    Com as economias em recuperação e as incertezas da pandemia, confira o que vale a pena acompanhar para definir seus investimentos 

    Antes de definir onde alocar seu patrimônio, o investidor precisar avaliar muito bem os riscos e tendências que estão afetando as economias ao redor do mundo. Não é novidade que a pandemia gera uma situação de incerteza. Dúvidas como: quais os setores mais resilientes e promissores? Quais empresas estarão preparadas para as mudanças? Que países são mais seguros para investir?

    Em live realiza pela Taler Gestão de Patrimônio, Thiago Vitorello, gestor de Portfólios Internacionais da gestora, e Luis Otávio Oliveira, vice-presidente executivo da Pimco, conversaram sobre os acontecimentos que marcam o cenário internacional. Na opinião de Luis Otávio Oliveira, 2021 deve ser um ano de recuperação e de crescimento econômico no mundo, o que enxerga como um otimismo moderado.

    A live completa está no final da notícia e no canal do Youtube da Taler (https://www.youtube.com/watch?v=rPD-e5FSRuA&t=29s).

    No curto prazo (1 ano), Luis Otávio Oliveira destaca três grandes riscos internacionais que podem impactar os investimentos.  Conheça:

    1 – Fadiga fiscal

    Com o aumento dos gastos públicos para fazer frente à crise, os países adotaram uma série de pacotes fiscais. “A partir de 2022, grandes economias do mundo vão começar a repensar os pacotes fiscais”, avalia o executivo. Ele prevê um aumento dos impostos em alguns governos, como forma de reduzir o endividamento.

     

    2 – Desalavancagem da China

    A segunda maior economia mundial, a China, está preocupada com a sua alta alavancagem e deve começar a tirar o pé do acelerador quando o assunto é crédito, de acordo com Luis Otávio Oliveira. Por sua relevância, a desaceleração econômica causa efeitos em demais economias.

     

    3 – Cicatriz econômica

    O covid-19 causou mudanças de hábitos e de comportamentos. “Será que as empresas vão investir da mesma forma, será que o emprego vai se recuperar da mesma forma, será que as pessoas vão consumir da mesma forma. É uma grande dúvida”, diz.

    O vice-presidente executivo da Pimco também aponta quatro tendências globais que merecem atenção no médio e longo prazo, ou seja, nos próximos três a cinco anos. Confira agora quais são elas.

    1 – Ascensão da China

    “A China consegue produzir produtos com qualidade alta e com preço atrativo”, afirma Luis Otávio Oliveira. A potência avança como forte competidora na produção de bens, se tornando menos dependente do resto do mundo e com um consumo interno forte. Além disso, a China conseguiu uma recuperação mais rápida na crise do coronavírus.

     

    2 – Populismo

    O movimento que já crescia antes da pandemia, ganhou ainda mais força. “Toda vez que tem o pobre ficando mais pobre e o rico ficando mais rico há brecha para partidos e candidatos populistas de esquerda ou de direita.” O executivo da Pimco lembra os protestos ocorridos em Hong Kong, França e Chile, por exemplo.

    3 – Preocupação climática

    Países e empresas estão sob pressão para adotarem medidas cada vez mais sustentáveis, como o uso de energia limpa. Organizações comprometidas com a questão e que estão se transformando saem na frente na visão dos investidores.

     

    4 – Avanço tecnológico

    Por fim, Luis Otávio Oliveira cita que os negócios precisam se modernizar para atender as novas demandas dos consumidores, com novos hábitos e comportamentos. Modelos de negócios antigos são colocados em risco.

     

  • Pandemia eleva demanda por gestão de patrimônio

    Com a pandemia, mais famílias estão preocupadas em planejar o seu patrimônio, em razão do momento econômico e das inseguranças trazidas pela doença. Em live realizada pelo Valor Econômico, a sócia-fundadora e CEO da Taler, Mari Emmanouilides, comentou que a gestora sentiu o aumento na demanda de clientes. A orientação aos investidores é ter estratégias bem definidas. Ela ressalta a importância de uma boa gestão patrimonial, especialmente em situações de crise, como a que vivemos.

     

    Acesse a reportagem para saber mais: https://valor.globo.com/financas/noticia/2021/03/11/pandemia-eleva-demanda-por-gestao-de-patrimonio.ghtml

  • Diferenças Regionais no Planejamento Sucessório (SP/RJ/MG)

    Um bom Planejamento Sucessório busca evitar conflitos familiares, reduzir a burocracia e os gastos com tributos, além de preservar e perenizar o patrimônio. Nesse processo é importante estar atento às particularidades da legislação e jurisprudência em cada Estado.

    Para conhecer e se atualizar sobre essas peculiaridades estaduais não perca a nossa Live “Diferenças Regionais no Planejamento Sucessório (SP/RJ/MG)”. O Head de Planejamento Patrimonial da Taler, @Rodrigo Sgavioli, recebeu Alamy Candido (Sócio-fundador do Candido Martins Advogados), Renata Novotny (Sócia-fundadora do Novotny Advogados) e Rafael Lacerda (Sócio-fundador do Lacerda Diniz Sena Advogados) para uma conversa esclarecedora.

     

  • Family Office

    “Você trabalha com quem cuida do seu Patrimônio?” Então ouça o podcast Family Office. ⠀

    Nele, o CFO e Sócio-fundador da Taler, Paulo Colaferro, foi entrevistado pelos consultores de empresas familiares, Juliana Gonçalves e Martin Salas, para falar sobre gerenciamento patrimonial por escritórios familiares e multifamiliares.⠀

     

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