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  • Economias emergentes: oportunidades de investimento

    Entenda as características e como avaliar o potencial ao investir nesses países

    O Brasil, assim como China, África do Sul, Índia, Argentina, Singapura, Rússia, entre outros países, recebem a classificação de emergentes. Afinal, o que determina se uma nação é emergente? Os economistas definem emergentes como nações onde a renda per capita fica em torno de US$ 10 mil por ano.

    Na live realizada pela Taler Gestão de Patrimônio, Thiago Vitorello, gestor de portfólio da gestora, conversou com Paulo Gala, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), sobre riscos e oportunidades para os investidores nos mercados emergentes.

    Emergente é tudo igual?
    As economias emergentes têm diferenças entre si, explica Paulo Gala. Parte delas, a exemplo do Brasil, destaca-se pelo agronegócio e tem como base da sua atividade econômica as commodities. Em outros países, a produção industrial e o desenvolvimento de tecnologia são os pontos fortes.

    Relação risco X retorno
    As instabilidades na política e na economia em países emergentes são fatores de preocupação para os investidores. “Se tem uma característica que vemos em todos os mercados emergentes é que não há um arcabouço institucional, jurídico e legal totalmente consolidado”, comenta o professor da FGV. No entanto, ele lembra que quanto maior o risco de investimento, maior também será o retorno.

    O potencial do leste asiático
    O leste asiático cresce em ritmo acelerado e desponta como umas das macrorregiões mais ricas do mundo. Paulo Gala comenta sobre o forte desenvolvimento tecnológico de países como Correia do Sul, China, Indonésia, Malásia, Taiwan e Vietnã. “Certamente é um lugar para o investidor olhar, em termos de dinâmica de crescimento”, afirma.

    Segundo o professor da FGV, os financiamentos públicos tiveram uma importante contribuição para o avanço no continente. “Os asiáticos conseguiram usar os estados para alavancar as suas empresas, com investimento em infraestrutura e programas de governo”. Na Coreia do Sul, ele cita Hyundai e Samsung como empresas que conquistaram o mundo.

    As fronteiras além do Brasil
    Paulo Gala aponta que o Brasil ainda enfrenta desafios para construir empresas de expressão mundial, avançar do ponto de industrial e tecnológico, desenvolver infraestrutura, e como consequência, se tornar menos dependente do agronegócio.

    “Se você quiser maximizar suas oportunidades de risco e retorno, você tem que olhar novos mercados”, diz. Com o objetivo de diversificação de patrimônio, vale a pena avaliar outros países, inclusive outros emergentes.

    A orientação de Paulo Gaia ao investidor é: “fazer bons investimentos depende de uma boa pesquisa. Você precisa enxergar coisas que o mercado não está enxergando”.

    Para saber mais sobre investimentos internacionais, leia a notícia ENTENDA OS MERCADOS INTERNACIONAIS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA INVESTIR.

    Confira o vídeo completo da live “Conhecendo e Investindo em Economias Emergentes” e inscreva-se no canal do Youtube da Taler para acompanhar os conteúdos.

     

  • Empresas de capital aberto: em quais ações investir?

    Destacamos parâmetros que podem ser considerados pelo investidor e avaliamos o desempenho de três setores econômicos

    Não é tarefa simples selecionar em quais empresas investir. Há uma extensa lista de mais de 450 companhias de capital aberto, com ações negociadas na B3. No mercado internacional, também é possível investir em mais de 720 empresas estrangeiras por meio dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts) listados na bolsa brasileira.

    Como avaliar oportunidades e tomar a melhor decisão de investimento?

    É interessante considerar histórico da empresa, valuation, tamanho, setor de atuação, estágio de maturidade, possíveis riscos, perspectivas de crescimento, alavancagem, participação no mercado, preço atual da ação, entre tantos outros parâmetros.

    Na live promovida pela Taler Gestão de Patrimônio, Renato Pupo Netto Iversson, gestor de portfólio da gestora, e Zeca Magalhães, fundador Tarpon, conversaram sobre empresas de capital aberto e teses de investimentos.

    O momento é favorável para investir em ações?

    Na opinião de Zeca Magalhães, a situação econômica atual leva o investidor a correr mais risco para atingir maiores ganhos no longo prazo. Segundo o fundador da Tarpon, é hora do investidor ter um “mindset mais ofensivo”, já que a taxa básica de juros se encontra em níveis historicamente baixos.

    Os participantes da live debateram sobre alguns setores, entre eles, agronegócio, tecnologia e saúde. Confira quais as tendências e o que vale a pena acompanhar ao investir em empresas dos três segmentos.

    Agronegócio

    No Brasil, o agronegócio corresponde a mais de 25% do PIB. O setor mostra resiliência na pandemia e, com o dólar em alta frente ao real, as receitas geradas pelas vendas dos produtos ao mercado externo aumentam. É um bom lugar para tentar se proteger e ganhar dinheiro. Ainda tem muito valor, dependendo de onde investe”, diz Zeca Magalhães.

    Tecnologia

    Ações de empresas como Amazon, Microsoft e Facebook apresentam intensa valorização nos últimos anos. São companhias que nasceram digitais e são gigantes da tecnologia. A orientação para o investidor é não olhar apenas para o passado. É preciso avaliar o potencial para criação de valor. “Transportar para uma visão de futuro é um exercício muito difícil”, comenta o executivo da Tarpon, em relação ao setor.

    Saúde

    Zeca Magalhães destaca que a área de saúde demanda altos custos. Garantir eficiência e focar na prevenção são apenas alguns dos desafios. É verdade que a pandemia acelerou bastante o desenvolvimento do setor, por meio de inovações tecnológicas, investimentos em equipamentos e medicamentos.  Segundo ele, grandes empresas estão de olho em novos negócios e como melhorar esse mercado.

    Para assistir à transmissão da Taler, o vídeo completo está logo abaixo. Inscreva-se no nosso canal no Youtube e acompanhe nosso conteúdo.

  • Investimentos em imóveis: entenda as oportunidades e impactos com a pandemia

    Em live da Taler, os especialistas destacam as possibilidades para os investidores em diferentes segmentos imobiliários, como residencial, lajes corporativas e logística

    Os imóveis representam um tradicional tipo de investimento entre os brasileiros.  Tempos atrás, com a alta inflação, ter um imóvel era sinônimo de proteger o patrimônio. Mas será que investir em imóveis é um bom negócio hoje?

    Como forma de diversificação, o segmento oferece um leque de possibilidades e operações como venda, locação, incorporação, loteamento. Assim como qualquer tipo de investimento, o ideal é planejar e definir estratégias do que pode ser mais rentável.

    Na live realizada pela Taler, Rodrigo Sgavioli, Head de Planejamento da Patrimonial da gestora, conversou com Nilton Molina, Diretor da Biswanger Brasil, e José Antônio Marques, Diretor na Jmarques Consultores de Patrimônio, sobre as perspectivas para o mercado imobiliário.

    Eles comentaram como a pandemia afeta diferentes setores, além das oportunidades ao investidor. Uma alternativa interessante também é alocar ativos por meio dos fundos imobiliários, que se popularizaram ao longo dos últimos anos.

    Para assistir à transmissão completa, acesse o vídeo no canal do Youtube da Taler (https://www.youtube.com/watch?v=4wDIUp_M-Yc) ou ao final da notícia.

     

    Vantagens

    “O imóvel tem como vantagem ser um bem durável e tangível”, afirma José Antônio Marques. É um mercado cíclico, ou seja, as fases de retração e expansão se repetem. Caso você queira sair do investimento, pode esperar o melhor momento para fazer negócio no médio e longo prazo.

    Outra característica é capacidade de adaptação no uso do imóvel. “Se tiver alguma mudança na vizinhança, você consegue alterar o uso de uma planta industrial, que acabou ficando no meio de uma cidade, para um condomínio residencial ou para uma loja de varejo”, exemplifica Nilton Molina.

     

    Residencial

    A queda da taxa básica de juros e as facilidades de financiamento são incentivos para quem quer comprar um imóvel residencial. Um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas (Fipe) e do Grupo Zap mostrou que a intenção de compra de imóveis nunca foi tão grande, desde o início da série histórica, em 2014. No 3º trimestre de 2020, 48% das pessoas responderam que tinham intenção de adquirir um imóvel nos próximos três meses.

    O que está mudando é o padrão de imóvel residencial mais procurado. Se antes, a preferência era por studios de poucos metros quadrados nos centros urbanos, agora, com as práticas de home office na pandemia, espaço e conforto são levados em consideração, e o menor tempo de deslocamento entre casa e trabalho deixou de ser tão importante.

    Para quem quer alugar, Nilton Molina destaca o avanço de ferramentas digitais que facilitam o processo para modelos de longa estadia ou curtas estadias, como QuintoAndar e Airbnb.

     

    Lajes corporativas

    Desde o início da crise do coronavírus, a vacância dos escritórios tem aumentado. Parte das empresas adotaram o home office, suspenderam expansões de suas estruturas e enxugaram gastos com imóveis comerciais.

    “Teremos devoluções. Não sabemos qual o tamanho disso ainda”, avalia o diretor da Jmarques Consultores de Patrimônio. As mudanças de comportamento e de modelo de trabalho devem ser levadas em conta pelo investidor de lajes corporativas. É preciso fazer uma boa análise dos impactos da vacância e ajuste de preços.

    Logística

    “A pandemia foi um catalizador para o movimento de expansão do mercado logístico no Brasil”, afirma o diretor da Biswanger Brasil. As compras pelo e-commerce dispararam, e as empresas que atuam no setor passaram a considerar projetos de condomínios em diferentes regiões do país. Para o investidor, as perspectivas são positivas.

    Afinal, qual o futuro do mercado imobiliário?

    Na opinião de Nilton Molina, o objeto principal de cada setor não vai mudar. As pessoas continuam precisando de um local para morar, as empresas continuam precisando de escritórios, assim como as lojas de varejo e shoppings continuam existindo. “O que teremos que fazer é uma avaliação desses espaços para uma nova forma de comportamento da população”.

    “Imóvel é um investimento e tem que ser tratado como um investimento. Não como um bem que vai ser perene e não precisa ser negociado nunca”, orienta José Antônio Marques.

     

     

  • Eficiência e sustentabilidade nas finanças pessoais

    Rodrigo Sgavioli, CFP®, nosso head de Planejamento Patrimonial, assina artigo publicado no Valor Econômico sobre finanças pessoais. No texto, ele faz uma reflexão sobre a importância de olharmos para as nossas vidas, valores, objetivos e necessidades, antes de olharmos para o mercado, na hora de selecionar investimentos adequados. Ressalta que devemos nos ajustar ao longo do tempo na busca por uma vida financeira equilibrada e sustentável.

     

    Confira: https://valor.globo.com/financas/coluna/eficiencia-e-sustentabilidade-nas-financas-pessoais.ghtml (link disponível para assinantes)

     

  • Asset allocation: estratégia para construir o portfólio de investimentos

    A distribuição equilibrada por classes de ativos deve levar em conta os objetivos e características de cada investidor

    Como decidir quanto do seu patrimônio investir em renda fixa, ações, multimercado, entre outras classes de ativos? O asset allocation é justamente a estratégia de como fazer essa distribuição equilibrada e diversificada, definindo qual será a porcentagem para cada tipo de investimento.

    Para exemplificar, o gestor de portfólios internacionais da Taler, Thiago Vitorello compara o asset allocation à estrutura de um prédio. “É o que oferece base para crescer a construção”.

    Asset allocation x market timing

    Rodrigo Sgaviolli, Head de Planejamento Patrimonial da Taler, traz um dado interessante. “Aproximadamente 90% do retorno total de um portfólio vem da política de asset allocation combinada com o retorno dos respectivos mercados alocados. O restante, 10%, vem da gestão ativa do portfólio (market timming).”

    Primeiro passo: planejamento

    O trabalho de construir um portfólio começa com um bom planejamento. Tudo dependerá das características específicas e objetivos de cada investidor.
    “Entender do cliente qual é o momento de vida dele, quais os seus projetos, se ele está empreendendo, se quer comprar um imóvel, quais suas necessidades de caixa, suas receitas e despesas. Quanto maior o entendimento, mais preciso e específico conseguimos ser na hora de fazer a alocação”, explica Renato Iversson, gestor de portfólio locais na Taler.

    Estratégia, tática e implementação

    Com o planejamento definido, é hora de pensar nas alocações estratégicas e táticas.

    A estratégica foca no retorno de longo prazo, de 3 a 5 anos. A ideia é manter a parcela definida para determinadas classes de ativos, com disciplina e sem fazer mudanças bruscas na carteira.

    No tático, a alocação tem objetivos de curto prazo. Os planos são flexíveis e variam de acordo com as oscilações do mercado.

    A etapa seguinte é a implementação, ou seja, a efetiva seleção e compra dos títulos e fundos que serão incluídos da carteira, seguindo as estratégias estabelecidas.

    O papel do gestor

    “O brasileiro estava acostumado com taxas de juros muito altas. Muitas vezes, a alocação que ele fazia era relativamente fácil”, destaca Vitorello. Com a queda da Selic, a realidade é outra. A pandemia também impôs dificuldades na vida do investidor. Assim, o papel das gestoras de patrimônio, como a Taler, tornou-se ainda mais importante para auxiliar o investidor e ter melhores retornos.

    A partir do conhecimento técnico e do trabalho de análises, o gestor profissional consegue traçar planos, fazer a gestão e acompanhamento frequente das carteiras, sempre de acordo com os objetivos dos clientes e indicando ajustes no asset allocation, quando necessário.

     

    Para saber mais sobre o assunto assista à live da Taler “Planejando e Construindo Portfólios Locais e Internacionais”. Link no Youtube: (https://www.youtube.com/watch?v=1zEVR9M3oFw).

     

  • Estratégia e disciplina superam os modismos no longo prazo

    O nosso Head de Planejamento Patrimonial, Rodrigo Sgavioli, CFP®️, escreveu um artigo para o portal EXAME sobre a importância de ter uma estratégia bem definida ao pensar nos seus investimentos. No texto, ele destaca o papel primordial de uma alocação adequada para cada investidor, com disciplina no longo prazo e, de preferência, contando com ajuda profissional.

    Confira: https://lnkd.in/dhZcbAa

     

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