asset allocation

  • Asset allocation: estratégia para construir o portfólio de investimentos

    A distribuição equilibrada por classes de ativos deve levar em conta os objetivos e características de cada investidor

    Como decidir quanto do seu patrimônio investir em renda fixa, ações, multimercado, entre outras classes de ativos? O asset allocation é justamente a estratégia de como fazer essa distribuição equilibrada e diversificada, definindo qual será a porcentagem para cada tipo de investimento.

    Para exemplificar, o gestor de portfólios internacionais da Taler, Thiago Vitorello compara o asset allocation à estrutura de um prédio. “É o que oferece base para crescer a construção”.

    Asset allocation x market timing

    Rodrigo Sgaviolli, Head de Planejamento Patrimonial da Taler, traz um dado interessante. “Aproximadamente 90% do retorno total de um portfólio vem da política de asset allocation combinada com o retorno dos respectivos mercados alocados. O restante, 10%, vem da gestão ativa do portfólio (market timming).”

    Primeiro passo: planejamento

    O trabalho de construir um portfólio começa com um bom planejamento. Tudo dependerá das características específicas e objetivos de cada investidor.
    “Entender do cliente qual é o momento de vida dele, quais os seus projetos, se ele está empreendendo, se quer comprar um imóvel, quais suas necessidades de caixa, suas receitas e despesas. Quanto maior o entendimento, mais preciso e específico conseguimos ser na hora de fazer a alocação”, explica Renato Iversson, gestor de portfólio locais na Taler.

    Estratégia, tática e implementação

    Com o planejamento definido, é hora de pensar nas alocações estratégicas e táticas.

    A estratégica foca no retorno de longo prazo, de 3 a 5 anos. A ideia é manter a parcela definida para determinadas classes de ativos, com disciplina e sem fazer mudanças bruscas na carteira.

    No tático, a alocação tem objetivos de curto prazo. Os planos são flexíveis e variam de acordo com as oscilações do mercado.

    A etapa seguinte é a implementação, ou seja, a efetiva seleção e compra dos títulos e fundos que serão incluídos da carteira, seguindo as estratégias estabelecidas.

    O papel do gestor

    “O brasileiro estava acostumado com taxas de juros muito altas. Muitas vezes, a alocação que ele fazia era relativamente fácil”, destaca Vitorello. Com a queda da Selic, a realidade é outra. A pandemia também impôs dificuldades na vida do investidor. Assim, o papel das gestoras de patrimônio, como a Taler, tornou-se ainda mais importante para auxiliar o investidor e ter melhores retornos.

    A partir do conhecimento técnico e do trabalho de análises, o gestor profissional consegue traçar planos, fazer a gestão e acompanhamento frequente das carteiras, sempre de acordo com os objetivos dos clientes e indicando ajustes no asset allocation, quando necessário.

     

    Para saber mais sobre o assunto assista à live da Taler “Planejando e Construindo Portfólios Locais e Internacionais”. Link no Youtube: (https://www.youtube.com/watch?v=1zEVR9M3oFw).

     

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