Quais as perspectivas para o mercado de crédito?

Entenda a evolução do mercado de crédito e quais as oportunidades que se apresentam para os próximos anos

 

Nos últimos anos, acompanhamos o desenvolvimento do mercado de crédito no Brasil, tanto pela criação de novos produtos e surgimento de novos players quanto pela maior acessibilidade e popularização dos temas.

 

Na live realizada pela Taler Gestão de Patrimônio, nosso Gestor de Portfólios, Renato Iversson, conversou com Vivian Lee e Eduardo Alhadeff, ambos Sócios, co-CIOs e Gestores da Estratégia de Crédito da Ibiúna Investimentos, sobre as oportunidades e expectativas do mercado para os próximos anos.

 

Surgimento das fintechs

Com a constante evolução da sociedade e regulação pelo Banco Central, novos atores e possibilidades surgiram no universo de crédito nos últimos anos, desburocratizando e trazendo mais agilidade para os processos.

 

Um bom exemplo foi o surgimento das fintechs, que são empresas que unem tecnologia e dados, para oferecer serviços financeiros de forma simplificada, sem burocracia e, muitas vezes, com taxas menores que as dos bancos, já que contam com processos enxutos e custos reduzidos.

 

De acordo com Vivian Lee, as fintechs têm um grande potencial de revolucionar o mercado de crédito no Brasil, apresentando um potencial de oportunidades para os investidores. “Essa mudança tecnológica e regulatória vai trazer um potencial gigantesco. Em 2018, o portfólio de crédito das fintechs era de R$2 bi, depois fomos para R$9 bi no ano passado e, hoje, com certeza, já é bem mais que isso”, afirma.

 

Mercado mais democrático

Com a regulação das fintechs e o crescimento da oferta de novos produtos, o acesso ao mercado de crédito fica cada vez mais democrático, muitas vezes mais de nicho, com fintechs que focam em pessoas físicas de classe mais baixa, estudantes e empresas do middle market, que antes não tinham oportunidades.

 

“Hoje, a quantidade de informação que você tem para começar a pensar em um modelo de crédito diferente é muito grande, mas o trade off é que muitas fintechs não tem um histórico tão longo do perfil de inadimplência da sua carteira. Então, há o desafio de conseguir o funding dessa carteira. Mas eu acho que a indústria vai mais que dobrar por muito tempo”, explica Vivian Lee.

 

Onde estão as oportunidades?

A retomada econômica e a velocidade de vacinação nos países desenvolvidos e agora também nos emergentes, gera um momento muito positivo para todas as economias ao redor do mundo. A tendência dos balanços das empresas é de melhora também.

 

Para Eduardo Alhadeff, esse conjunto de fatores traz boas oportunidades para investimentos em fundos de crédito. Mas, adverte: “eu estou muito otimista, mas, obviamente, que você precisa escolher as posições corretas, procurar o que tem mais valor”.

 

Os entrevistados explicam que há 3 pilares que constroem o diferencial do Ibiuna Credit: parcela de até 20% em ativos offshore, até 20% em produtos estruturados e gestão ativa, que busca o ganho de capital e não apenas o “carrego” da posição.

 

Para saber mais detalhes sobre a visão dos gestores, acesse a entrevista na íntegra:

 

 

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