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  • Investimentos em imóveis: entenda as oportunidades e impactos com a pandemia

    Em live da Taler, os especialistas destacam as possibilidades para os investidores em diferentes segmentos imobiliários, como residencial, lajes corporativas e logística

    Os imóveis representam um tradicional tipo de investimento entre os brasileiros.  Tempos atrás, com a alta inflação, ter um imóvel era sinônimo de proteger o patrimônio. Mas será que investir em imóveis é um bom negócio hoje?

    Como forma de diversificação, o segmento oferece um leque de possibilidades e operações como venda, locação, incorporação, loteamento. Assim como qualquer tipo de investimento, o ideal é planejar e definir estratégias do que pode ser mais rentável.

    Na live realizada pela Taler, Rodrigo Sgavioli, Head de Planejamento da Patrimonial da gestora, conversou com Nilton Molina, Diretor da Biswanger Brasil, e José Antônio Marques, Diretor na Jmarques Consultores de Patrimônio, sobre as perspectivas para o mercado imobiliário.

    Eles comentaram como a pandemia afeta diferentes setores, além das oportunidades ao investidor. Uma alternativa interessante também é alocar ativos por meio dos fundos imobiliários, que se popularizaram ao longo dos últimos anos.

    Para assistir à transmissão completa, acesse o vídeo no canal do Youtube da Taler (https://www.youtube.com/watch?v=4wDIUp_M-Yc) ou ao final da notícia.

     

    Vantagens

    “O imóvel tem como vantagem ser um bem durável e tangível”, afirma José Antônio Marques. É um mercado cíclico, ou seja, as fases de retração e expansão se repetem. Caso você queira sair do investimento, pode esperar o melhor momento para fazer negócio no médio e longo prazo.

    Outra característica é capacidade de adaptação no uso do imóvel. “Se tiver alguma mudança na vizinhança, você consegue alterar o uso de uma planta industrial, que acabou ficando no meio de uma cidade, para um condomínio residencial ou para uma loja de varejo”, exemplifica Nilton Molina.

     

    Residencial

    A queda da taxa básica de juros e as facilidades de financiamento são incentivos para quem quer comprar um imóvel residencial. Um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas (Fipe) e do Grupo Zap mostrou que a intenção de compra de imóveis nunca foi tão grande, desde o início da série histórica, em 2014. No 3º trimestre de 2020, 48% das pessoas responderam que tinham intenção de adquirir um imóvel nos próximos três meses.

    O que está mudando é o padrão de imóvel residencial mais procurado. Se antes, a preferência era por studios de poucos metros quadrados nos centros urbanos, agora, com as práticas de home office na pandemia, espaço e conforto são levados em consideração, e o menor tempo de deslocamento entre casa e trabalho deixou de ser tão importante.

    Para quem quer alugar, Nilton Molina destaca o avanço de ferramentas digitais que facilitam o processo para modelos de longa estadia ou curtas estadias, como QuintoAndar e Airbnb.

     

    Lajes corporativas

    Desde o início da crise do coronavírus, a vacância dos escritórios tem aumentado. Parte das empresas adotaram o home office, suspenderam expansões de suas estruturas e enxugaram gastos com imóveis comerciais.

    “Teremos devoluções. Não sabemos qual o tamanho disso ainda”, avalia o diretor da Jmarques Consultores de Patrimônio. As mudanças de comportamento e de modelo de trabalho devem ser levadas em conta pelo investidor de lajes corporativas. É preciso fazer uma boa análise dos impactos da vacância e ajuste de preços.

    Logística

    “A pandemia foi um catalizador para o movimento de expansão do mercado logístico no Brasil”, afirma o diretor da Biswanger Brasil. As compras pelo e-commerce dispararam, e as empresas que atuam no setor passaram a considerar projetos de condomínios em diferentes regiões do país. Para o investidor, as perspectivas são positivas.

    Afinal, qual o futuro do mercado imobiliário?

    Na opinião de Nilton Molina, o objeto principal de cada setor não vai mudar. As pessoas continuam precisando de um local para morar, as empresas continuam precisando de escritórios, assim como as lojas de varejo e shoppings continuam existindo. “O que teremos que fazer é uma avaliação desses espaços para uma nova forma de comportamento da população”.

    “Imóvel é um investimento e tem que ser tratado como um investimento. Não como um bem que vai ser perene e não precisa ser negociado nunca”, orienta José Antônio Marques.

     

     

  • Asset allocation: estratégia para construir o portfólio de investimentos

    A distribuição equilibrada por classes de ativos deve levar em conta os objetivos e características de cada investidor

    Como decidir quanto do seu patrimônio investir em renda fixa, ações, multimercado, entre outras classes de ativos? O asset allocation é justamente a estratégia de como fazer essa distribuição equilibrada e diversificada, definindo qual será a porcentagem para cada tipo de investimento.

    Para exemplificar, o gestor de portfólios internacionais da Taler, Thiago Vitorello compara o asset allocation à estrutura de um prédio. “É o que oferece base para crescer a construção”.

    Asset allocation x market timing

    Rodrigo Sgaviolli, Head de Planejamento Patrimonial da Taler, traz um dado interessante. “Aproximadamente 90% do retorno total de um portfólio vem da política de asset allocation combinada com o retorno dos respectivos mercados alocados. O restante, 10%, vem da gestão ativa do portfólio (market timming).”

    Primeiro passo: planejamento

    O trabalho de construir um portfólio começa com um bom planejamento. Tudo dependerá das características específicas e objetivos de cada investidor.
    “Entender do cliente qual é o momento de vida dele, quais os seus projetos, se ele está empreendendo, se quer comprar um imóvel, quais suas necessidades de caixa, suas receitas e despesas. Quanto maior o entendimento, mais preciso e específico conseguimos ser na hora de fazer a alocação”, explica Renato Iversson, gestor de portfólio locais na Taler.

    Estratégia, tática e implementação

    Com o planejamento definido, é hora de pensar nas alocações estratégicas e táticas.

    A estratégica foca no retorno de longo prazo, de 3 a 5 anos. A ideia é manter a parcela definida para determinadas classes de ativos, com disciplina e sem fazer mudanças bruscas na carteira.

    No tático, a alocação tem objetivos de curto prazo. Os planos são flexíveis e variam de acordo com as oscilações do mercado.

    A etapa seguinte é a implementação, ou seja, a efetiva seleção e compra dos títulos e fundos que serão incluídos da carteira, seguindo as estratégias estabelecidas.

    O papel do gestor

    “O brasileiro estava acostumado com taxas de juros muito altas. Muitas vezes, a alocação que ele fazia era relativamente fácil”, destaca Vitorello. Com a queda da Selic, a realidade é outra. A pandemia também impôs dificuldades na vida do investidor. Assim, o papel das gestoras de patrimônio, como a Taler, tornou-se ainda mais importante para auxiliar o investidor e ter melhores retornos.

    A partir do conhecimento técnico e do trabalho de análises, o gestor profissional consegue traçar planos, fazer a gestão e acompanhamento frequente das carteiras, sempre de acordo com os objetivos dos clientes e indicando ajustes no asset allocation, quando necessário.

     

    Para saber mais sobre o assunto assista à live da Taler “Planejando e Construindo Portfólios Locais e Internacionais”. Link no Youtube: (https://www.youtube.com/watch?v=1zEVR9M3oFw).

     

  • 5 tendências de comportamento para o futuro

    Em evento da Taler, a pesquisadora Iza Dezon destacou como as organizações deveriam considerar o cenário com o foco no novo consumidor

    Um mundo cada vez mais digital, mudanças tecnológicas, avanços científicos, novos hábitos e valores. Será que as marcas e organizações estão preparadas para os consumidores do futuro? A preocupação deveria fazer parte do planejamento de qualquer negócio e setor. Quem não considerar o cenário, certamente perderá espaço no mercado.

    Em live realizada pela Taler, Iza Dezon, pesquisadora de tendências e sócia-fundadora da consultoria DEZON, conversou com a sócia da gestora de patrimônio, Claudia Musto, sobre relevantes transformações da sociedade ao longo do tempo. Parte dessas mudanças foi reforçada com a pandemia.

    Resultado de 10 anos de pesquisa, Iza mapeou cinco principais tendências que fazem parte do projeto “40 dias disruptivos”, uma série de posts no seu Instagram (@izadezon).

    Confira abaixo quais são as cinco tendências e, para assistir à live completa, acesse o vídeo ao final da notícia ou no nosso canal no Youtube.

    1. Preguiça revolucionária

    Com a vida em ritmo acelerado, constante stress e excessos de escolhas e informações, a preguiça revolucionária se manifesta no desejo de aliviar toda tensão. “Nós estamos absolutamente afogados num culto à eficiência, na pressão de ser sempre a melhor versão de nós mesmos o tempo inteiro, da performance constante”, afirma Iza. É uma postura mais radical de diminuir a velocidade, descansar e cultivar o foco.

    1. Menos consumo, mais comunidade

    Para além do consumo, as novas gerações valorizam a construção de experiências coletivas. “É como se estivéssemos num esforço de voltar a aprender a conversar e a trocar. Sair um pouco da lógica de que eu preciso ser um grande executivo para entender que peça sou no todo, como sou útil.” Negócios que gerem impactos positivos, proporcionem experiências e tenham um espírito coletivo tendem a se destacar.

    1. Descansando a mente

    “A gente fazia 5 decisões por dia 20 anos atrás e agora a gente faz uma média de 35 decisões por dia”, diz a pesquisadora. Com tantos estímulos que nos cercam, aprender a relaxar e desconectar a mente é um grande desafio. Segundo Iza, a lição é de deixar a mente viajar, livre de qualquer intenção ou obrigação.

    1. Sonhando com um novo luxo

    A sustentabilidade e a reutilização de materiais (uocycling) chegaram no mercado do luxo.  A chamada geração Z (1995-2000) está mais exigente, comprometida e interessada em gerar menor impacto, destaca a sócia da DEZON. “É possível a gente olhar para o lixo e transformar em luxo”, afirma.

    1. Idade emocional

    A certeza que temos é de que vamos envelhecer. Entretanto, a noção de idade está sendo totalmente revolucionada, avalia Iza. “A idade é muito mais sobre como a gente se sente do que aquilo que a gente aparenta.” Com o aumento da expectativa de vida, passamos a questionar se algo é mais ou menos adequado para determinada idade.

  • Entenda os mercados internacionais: desafios e oportunidades para investir

    Beny Parnes, gestor de crédito da SPX Capital e ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, comenta em live da Taler sobre investimentos no exterior como estratégia para diversificação e impactos da pandemia nos mercados globais

    Os investidores interessados em diversificar o seu patrimônio no exterior precisam ter uma visão atenta para os movimentos dos mercados internacionais.

    Em live realizada pela Taler Gestão de Patrimônio, Beny Parnes, gestor de crédito da SPX Capital e ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, analisou as economias mundiais e como os países estão reagindo à crise do coronavírus. A entrevista foi conduzida por Gustavo Sandoval, sócio-fundador da Taler, e Thiago Vitorello, gestor internacional.

    Para os participantes, mesmo em tempos de pandemia, a estratégia de investir em ativos internacionais pode reservar boas oportunidades e minimizar riscos.

    O evento está disponível ao final da matéria e no canal no Youtube da Taler.

    Os impactos da pandemia no mundo

    Beny Parnes destaca que a pandemia atingiu as economias dos países ao redor do mundo de maneira muito diversa. Em geral, as sociedades mais desenvolvidas e organizadas economicamente sofreram menos as consequências do que os emergentes.

    “Todos os países fizeram uma resposta fiscal muito forte, na casa de 10% do PIB”, comenta. Os governos implantaram programas para socorrer famílias e empresas, como com concessões de crédito e transferência de renda.

    Nos Estados Unidos, por exemplo, o Federal Reserve (Fed) atuou fortemente para injetar liquidez no mercado e com estímulos monetários. A taxa de juros no país se mantém na faixa de 0% a 0,25% ao ano.

    Na opinião de Parnes, alguns países do oriente estão se recuperando bem da crise, principalmente apoiados pela indústria de manufatura, como é o caso da China. Já países do ocidente reagiram com o aumento da dívida pública em resposta à crise. “O mundo emergente fez um esforço para se segurar, sofreu muito mais com a pandemia”, diz.

    Investimentos no exterior como estratégia de diversificação

    Sabe aquela lição básica no mundo dos investimentos sobre diversificação? Beny Parnes exemplifica bem a questão com a seguinte comparação: pense que o investidor é o dono de uma ilha onde há um coqueiro. Para ele garantir que terá coco, faz um acordo com os donos de outras ilhas. Todos dividem as produções dos seus coqueiros.  Assim, caso uma ilha tenha prejuízos, um “vizinho” poderá contar com o outro. A mesma lógica serve para os ativos no exterior. É uma estratégia para ter uma carteira diversificada, como forma de se proteger dos riscos.

    “Nós vivemos em um país emergente, onde a turbulência macroeconômica já tende a ser maior”, afirma Parnes. Diante da incapacidade de prevermos os acontecimentos futuros, a orientação se torna ainda mais importante. “Onde você ganha a sua renda, você não deve deixar todo o seu dinheiro, por mais que pareça o melhor negócio do mundo”.

    Com a queda histórica da taxa de juros e aumento na cotação do dólar, mais investidores consideram essa como uma opção interessante. Há dois caminhos para diversificar os investimentos no exterior. O primeiro é entrar em ativos negociados no Brasil e atrelados a mercados internacionais, como os fundos de ações estrangeiras, os fundos cambiais ou até ações de empresas globais listadas no mercado brasileiro. O segundo é enviar o dinheiro para o exterior e efetivamente buscar títulos lá fora. Investir em outras moedas e regiões geográficas é uma tarefa que exige uma boa análise e acompanhamento das economias globais.

     

  • O que esperar para a economia brasileira em 2021, por Gustavo Franco

    Em live promovida pela Taler Gestão de Patrimônio, o sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos e ex-presidente do Banco Central comentou sobre aspectos econômicos que o investidor deve ficar de olho

    Prestes a dizer adeus, o ano de 2020 não foi fácil para a economia. A pandemia do coronavírus abalou os mercados mundiais. No Brasil, a quarentena foi decretada em março, com o fechamento dos comércios e restrições aos serviços, provocando queda do ritmo econômico e aumento do desemprego. Quais as expectativas para 2021? O futuro ainda é incerto, a recuperação segue em passos lentos e a orientação ao investidor é ter cautela.

    A Taler Gestão de Patrimônio discutiu as perspectivas econômicas para 2021 em live com Gustavo Franco, o sócio-fundador da Rio Bravo Investimentos e ex-presidente do Banco Central (BC). Em conversa com Renato Pupo Netto Iversson, sócio da Taler, o economista fez uma retrospectiva dos principais aspectos que impactam o país e o que devemos acompanhar no próximo ano.

    Você pode assistir ao vídeo completo no final da matéria e no canal da Taler no Youtube.

    Inflação

    Para Gustavo Franco, a inflação deve ser acompanhada com preocupação. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) estão discrepantes. O descolamento entre os dois índices pode ser explicado pela desvalorização do real. Por enquanto, as previsões do BC são de que a inflação para os próximos anos se manterá dentro da meta. “Vai requerer um monitoramento refinado do BC para tentar se antecipar em verificar um sinal de desestabilização de expectativas.”

    Dívida pública

    A pandemia elevou os gastos públicos e reduziu as receitas do governo, e como consequência sairemos de 2020 com uma dívida pública de cerca de 100% do PIB. “Ano que que vem será o primeiro em que teremos esse nível de endividamento e despesa com juros. Nos ajuda o fato de que historicamente a Selic é a mais baixa em muito anos”, diz Gustavo Franco.

    O ex-presidente do BC lembra das recentes crises fiscais sofridas por estados, como Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Há dúvidas se o colapso que atrasou o pagamento de servidores e aposentados poderia chegar à esfera federal. De acordo com Gustavo Franco, o governo federal está preocupado em mergulhar na irresponsabilidade fiscal. O sinal de alerta veio justamente do caos fiscal vivido por alguns estados.

    Auxílio emergencial

    O governo concedeu o auxílio emergencial para ajudar famílias que perderam renda na pandemia. As parcelas foram por três meses no valor de R$600, e depois prolongadas por R$300 até 31 de dezembro. O dilema é se o governo irá manter algum tipo de transferência de renda nos próximos meses, com o aperto das contas públicas.

    O economista comenta que, em alguns estados, os valores do auxílio até aumentaram a renda real, aqueceram setores econômicos e elevaram a taxa de poupança. “O ideal seria que o auxílio fosse substituído por um mecanismo que, inclusive, consolidasse outros programas de transferência direta”, defende. Algumas ideias são de unificar o auxílio emergencial com abono salarial e bolsa-família.  O desafio é fazer o dinheiro chegar para quem realmente precisa.

    Investimentos em 2121

    O cenário de queda na taxa de juros empurra os brasileiros para investimentos de maior risco. Se por um lado a mudança beneficia o aquecimento econômico do Brasil, por outro diminui a rentabilidade da renda fixa e títulos públicos.

    Na opinião de Gustavo Franco, determinadas classes de ativos ainda reservam potencial de crescimento, com capacidade de atrair mais investidores, como produtos estruturados (FIDC, CRI, CRA) e os fundos imobiliários.

    Para ficar no radar em 2021, o estrategista-chefe da Rio Bravo também destaca as novidades do mundo digital aplicadas ao mercado financeiro. Os fundos quantitativos, ou chamados de fundos quants, crescem como opção interessante. A composição de uma carteira é feita por algoritmos, programação e modelos matemáticos, a partir de uma análise quantitativa. Com o uso da tecnologia, o objetivo é proteger os investimentos das oscilações do mercado e minimizar os julgamentos subjetivos.

    Por fim, a ajuda de um profissional pode fazer a diferença para quem quer investir em títulos com maior grau de complexibilidade. O apoio de gestores auxilia na busca por boas oportunidades e um acompanhamento frequente da carteira. “Como o investidor terá que penetrar em áreas novas, em classes de ativos diferentes, o perigo são as fórmulas mágicas. A recomendação é: procure um profissional. Se aconselhe e se informe”, afirma Gustavo Franco.

     

  • Diferenças Regionais no Planejamento Sucessório (SP/RJ/MG)

    Um bom Planejamento Sucessório busca evitar conflitos familiares, reduzir a burocracia e os gastos com tributos, além de preservar e perenizar o patrimônio. Nesse processo é importante estar atento às particularidades da legislação e jurisprudência em cada Estado.

    Para conhecer e se atualizar sobre essas peculiaridades estaduais não perca a nossa Live “Diferenças Regionais no Planejamento Sucessório (SP/RJ/MG)”. O Head de Planejamento Patrimonial da Taler, @Rodrigo Sgavioli, recebeu Alamy Candido (Sócio-fundador do Candido Martins Advogados), Renata Novotny (Sócia-fundadora do Novotny Advogados) e Rafael Lacerda (Sócio-fundador do Lacerda Diniz Sena Advogados) para uma conversa esclarecedora.

     

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