Mês: setembro 2020

  • Mercado Imobiliário Americano

    Na live passada, falamos sobre a tendência do “Mercado Imobiliário Americano”.⠀

    Para conversar sobre o tema, Paulo Colaferro (Sócio-Fundador e CFO da Taler) recebeu João Luiz Herreros (Sócio-Fundador e CEO da Kaazaa – Imóveis Únicos) e as consultoras imobiliárias da Compass, Cintia Thormann e Flavia Caltabiano.

  • Renda Fixa Internacional – Desafios e Oportunidades

    O mercado mundial de renda fixa é grande e cheio de oportunidades.

    Em nossa live, Renda Fixa Internacional – Desafios e Oportunidades, convidamos dois especialistas no assunto:

    Nathan Shor, sócio e Portfolio Manager da Quasar International. Bachelor of Science in Business Administration pela Boston University e Mestrado em Finanças.

    Roberto Martinho, diretor do grupo financeiro Nordea, é Economista com Mestrado em Bank and Finance.

    A conversa mediada pelo Gestor Internacional da Taler, Thiago Vitorello, foi uma chance para você identificar as oportunidades que existem em investimentos internacionais.

  • Carta Mensal Taler – Setembro 2020

    O Cobertor Nunca foi Tão Curto

     “A primeira lei da economia é a escassez. E a primeira lei da política é ignorar a primeira lei da economia”

    Thomas Sowell

    No mês de agosto, o mercado brasileiro sofreu com a alta volatilidade decorrente da fraqueza na situação fiscal e preocupações políticas, o que contribuiu para certa descorrelação entre ativos domésticos e ativos no exterior.  O fantasma do desequilíbrio fiscal favoreceu a aversão a risco nos mercados, levando a cotação do dólar a fechar o mês em R$ 5.49, a bolsa a perder a marca dos 100 mil pontos e a uma forte alta nas curvas de juros futuros.

    Com a bandeira do auxílio emergencial e a popularidade em alta nos grupos de baixa renda, o Presidente abriu espaço para discussão da agenda social, representada pelo Programa Renda Brasil, e para a vertente do governo que demanda mais investimento em obras públicas, o que ameaçou o teto de gastos. Houve uma debandada no segundo escalão da equipe econômica, com saída de Salim Mattar e Paulo Uebel, e especulações sobre uma potencial saída do Ministro Paulo Guedes. O legislativo contribuiu para o ceticismo fiscal, após uma tentativa do Senado de derrubar o veto presidencial aos reajustes salariais no funcionalismo público; situação que foi contida pela articulação na Câmara, com protagonismo de Rodrigo Maia.

    Após uma crise de identidade no governo e a reação negativa do mercado, o Presidente deu declarações junto ao Ministro Guedes reforçando o alinhamento entre ambos e o compromisso com o teto de gastos, mas sem abandonar as demandas da agenda social ou investimentos públicos, para a qual a equipe econômica deverá encontrar espaço dentro do teto. O auxílio emergencial foi prorrogado até o final deste ano, em quatro parcelas do benefício de trezentos reais. Isso acumulará cerca de 100 bilhões ao rombo fiscal de 2020 e mais 1.3 pontos percentuais ao déficit primário, que já é maior do que a média dos países desenvolvidos e acumula 7.48% do PIB em 12 meses. O resultado nominal do setor público acumula um déficit de 12.19% do PIB em 12 meses.

    O PIB do 2º trimestre foi muito afetado pelas medidas de distanciamento e teve uma queda pior o que o esperado (9.7%). Por outro lado, os dados de maior frequência já apontam para uma recuperação forte nas vendas no varejo e produção industrial, enquanto o setor de serviços, que representa cerca de 2/3 do PIB, está voltando mais lentamente. O impacto dos estímulos fiscais e o efeito substituição, que vem da queda do consumo em serviços, parece ter criado uma recuperação relativamente rápida, embora heterogênea entre os setores, o que implica consequências negativas para o desemprego no Brasil, visto que o setor de serviços possui participação importante na geração de empregos. O COPOM optou por renovar a mínima da Selic para 2%, consolidando um ciclo que acumula 12.25 pontos percentuais de queda, desde agosto de 2016.  O IGP-M continuou a descolar significativamente do IPCA, impactado por componentes associados ao ciclo externo e ao dólar, como o minério de ferro, mas também por uma pressão dos preços de alimentos no atacado, com um certo grau de repasse ao consumidor. Embora a inflação de serviços siga deprimida, o cenário acrescenta riscos adicionais à próxima decisão de política monetária, que pode frear o ciclo de cortes.

    No cenário externo, as principais economias do mundo continuaram uma recuperação heterogênea e com sinais ambíguos nos índices de confiança, evidenciando a dependência dos estímulos fiscais e monetários neste processo de retomada. Entre todos os países, a China vem mostrando claramente uma recuperação mais vigorosa, principalmente no setor industrial. O destaque do mês foi o simpósio anual de Jackson Hole, onde os representantes do Fed comunicaram a adoção de um novo paradigma de política monetária, com meta de 2% na média. Isso indica que os americanos serão reativos às pressões inflacionárias, o que deve defasar o ciclo de normalização nos países desenvolvidos e dar suporte a um panorama de juros baixos por mais tempo no mundo.

    A Índia tornou-se o novo epicentro de coronavírus, enquanto a contaminação caiu nos EUA e lentamente dá sinais de queda no Brasil. Na Europa, as principais economias voltaram a ter elevações nas suas taxas de contaminação, em especial na França e na Espanha, mas com um número de mortes contido. Quanto a uma eventual vacina, continua improvável uma solução que envolva vacinação a nível global antes da primeira metade de 2021, muito embora alguns países estejam passando por cima de protocolos de segurança para tentar acelerar o processo.

    Mesmo com a atividade econômica mostrando uma recuperação mais vigorosa do que o esperado, muitas incertezas persistem com relação à efetiva duração da pandemia e o impacto de médio prazo nos setores mais afetados e no mercado de trabalho brasileiro. A extensão do auxílio emergencial até o final do ano via Medida Provisória afastou, por hora, a criação de gastos sociais permanentes sem vinculação de receita. Desta forma, o governo avançou na reforma administrativa, que não afetará os servidores atuais, e aprovou com boa margem as alterações regulatórias no mercado de gás, vitória pessoal de Guedes, defensor da pauta desde o início da campanha.

    Os sinais foram positivos e o risco país voltou a níveis próximos aos do início da pandemia. A dívida bruta brasileira como percentual do PIB chegou a 86.5% em julho e deve fechar o ano com um valor próximo de 100%. Sendo o Brasil um país emergente de crescimento relativo baixo, histórico inflacionário e um problema fiscal que cresce há 30 anos, não há muita margem para abandonar as medidas de responsabilidade fiscal e as reformas urgentes do Ministério da Economia para focar em outras pastas.

    A situação fiscal está longe de ser resolvida e o único jeito de evitar respostas ruins do mercado é sinalizar que a trajetória futura da dívida não será explosiva. As medidas fiscais foram uma clara opção de salvamento aos empregos e à economia, mas elas vieram às custas de uma situação fiscal extremamente delicada; o cobertor nunca foi tão curto. Seguimos atentos aos desenvolvimentos da pandemia, aos dados econômicos e às sinalizações do governo para responder aos riscos de forma proativa e aproveitar eventuais oportunidades.

  • Retorno das Atividades

    Clientes, parceiros e amigos, esperamos que estejam todos bem, com saúde.

    Logo no início da pandemia, em 16 de março, criamos um comitê para implementar o plano de contingência para COVID 19, com o objetivo de atender às necessidades dos clientes e preservar nosso bem mais valioso: a saúde de todos.

    O alto investimento em tecnologia nos últimos anos, nos garantiu a tranquilidade e a segurança para seguir com a operação 100% remota por meio da plataforma digital Taler. A eficiência do novo modelo de gestão aliada à rápida adaptação dos nossos advisors ao sistema de home office, nos permite sermos ainda mais cautelosos nas medidas de prevenção.

    Em setembro, entramos no estágio de reabertura dos escritórios
    no Brasil, tomando os seguintes cuidados:

    • Realizando semanalmente a sanitização completa dos ambientes com empresa especializada e certificada;
    • Reforçando a higienização diária de pisos, portas, superfícies e aparelhos;
    • Fazendo a medição de temperatura na entrada e na saída de todos;
    • Disponibilizando máscaras descartáveis e álcool em gel nas estações de trabalho e salas de reunião;
    • Adotando sistema de rodízio para atendimento presencial aos clientes, diminuindo ao máximo o fluxo no escritório.

    Para a segurança de todos, continuamos priorizando reuniões em plataformas digitais e incentivando o trabalho remoto. Contamos com sua compreensão.

    Fique à vontade para entrar em contato e esclarecer suas dúvidas sobre os novos procedimentos.

     

    Taler 15 anos. Cuidando do que tem valor para você.

  • Conhecendo Filipe Sabará

    Todos vamos aprender sobre assistência social em nossa live passada, Conhecendo Filipe Sabará. Com apenas 37 anos de idade, Filipe já foi presidente do Fundo Social do Estado de São Paulo e Secretário Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo.⠀

    Com formação em Marketing e Comunicação Social e especialização em Políticas Públicas, Filipe também é fundador da ARCAH, instituição que capacita e promove empregabilidade para pessoas acolhidas nas ruas.⠀

    Nossa Sócia-fundadora e CEO, Mari Emmanouilides, comanda o bate-papo, que aconteceu na quinta-feira (03), às 18 horas no canal da Taler no YouTube.

     

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